Método e evidências
O Discfy é uma ferramenta de desenvolvimento e reflexão. Ele não é um teste psicológico, não faz diagnóstico e não substitui a avaliação de um psicólogo. Esta página mostra como os números são calculados, o que cada modelo mede, os números de qualidade medidos com laudos reais e para que o laudo não deve ser usado.
Como o laudo é feito
Em vez de dar nota de 1 a 5 para cada frase, você ordena frases igualmente desejáveis ("qual é mais você?") e escolhe entre dois lados nos pares de preferência. Isso reduz a tendência de concordar com tudo e de se descrever só pelas qualidades.
Os números do laudo saem de uma regra de cálculo escrita em código: as mesmas respostas geram sempre o mesmo resultado. Nada é ajustado à mão e nada depende de sorteio.
Depois que os números estão prontos, um modelo de linguagem recebe esses números e escreve os textos explicativos. Ele não lê as suas respostas, não recalcula e não muda nenhum escore. Se a IA falhar, o laudo sai com texto-padrão e os mesmos números.
Todas as frases do questionário e todos os textos do laudo foram escritos pelo Discfy. Nenhum item foi copiado ou adaptado de questionários de terceiros.
O modelo DISC (William Moulton Marston, 1928), a tipologia psicológica de Carl Gustav Jung (1921) e as formas de valor de Eduard Spranger (1914) são ideias de domínio público. O Discfy usa as ideias; a forma de medir e os textos são próprios.
Comparativo honesto
Nenhum modelo mede tudo. O quadro abaixo diz o que cada um mede, para que serve melhor e quanta evidência pública existe, sem exagerar a nossa.
Para reduzir o problema da divisão em dois lados, o laudo do Discfy mostra a força de cada eixo e a amplitude (o quanto você consegue agir do outro lado quando a situação pede), e não só as letras.
Limites declarados
Uma autoavaliação de comportamento, preferências e valores para desenvolvimento pessoal e profissional. Não é teste psicológico (no Brasil, esses testes são de uso de psicólogos e avaliados pelo Conselho Federal de Psicologia), não faz diagnóstico e não substitui avaliação por psicólogo.
Em seleção, use o laudo como uma fonte entre várias (entrevista, experiência, critérios da vaga) e dê à pessoa acesso ao próprio resultado.
Qualidade medida com dados reais
Medimos com os laudos respondidos: a consistência interna de cada escala, quantas vezes as perguntas repetidas recebem resposta oposta, o tempo de resposta e, para quem refez depois de 30 dias ou mais, o quanto o resultado se repete. Os números são recalculados todo dia e só são publicados com amostra mínima: 200 laudos para consistência e 30 pessoas para o reteste.
A consistência do questionário é acompanhada continuamente e será publicada quando a amostra for suficiente.
Índice de confiabilidade
Todo laudo recebe um índice de 0 a 100 (alta, média ou baixa) calculado a partir das próprias respostas. Ele não muda o perfil; só indica se as respostas parecem ter sido dadas com atenção. Quando é baixo, recomendamos refazer o questionário com calma.
Duas preferências são perguntadas de novo, com os lados trocados. Responder o oposto nas duas vezes reduz o índice, e mais ainda quando as duas respostas foram marcadas como “bem mais”.
Cada etapa tem um tempo mínimo para ler as frases (6 palavras por segundo, acima da velocidade de leitura silenciosa típica de um adulto). Até 10% das etapas abaixo desse tempo não pesa; acima disso, o índice cai.
As listas de ordenar começam na ordem em que as frases aparecem. Enviar muitas listas sem reordenar, ou uma sequência longa delas, indica resposta no automático.
Alta: 75 ou mais. Média: de 50 a 74. Baixa: abaixo de 50. Um único sinal muito forte impede o nível alto. Pesos: perguntas repetidas 40%, tempo 35%, padrão 25% (quando uma verificação não se aplica, as outras dividem o peso).
Perguntas frequentes
Os números do laudo saem de uma regra de cálculo fixa, escrita em código: as mesmas respostas geram sempre o mesmo resultado. Nada é ajustado à mão e nada depende de sorteio. Só entram na conta as suas respostas ao questionário de escolha forçada.
A IA só escreve a narrativa. Depois que os números estão prontos, um modelo de linguagem recebe esses números e redige os textos explicativos. Ele não lê as suas respostas, não recalcula e não muda nenhum escore. Se a IA falhar, o laudo sai com texto-padrão e os mesmos números.
Porque você ordena frases igualmente desejáveis, em vez de dar nota a cada uma. Assim fica mais difícil concordar com tudo ou se descrever só pelas qualidades. Nos pares de preferência dos 16 tipos, você escolhe entre dois lados, o que deixa a sua tendência mais clara.
O laudo descreve tendências, não faz diagnóstico clínico e não prevê desempenho. Não deve ser critério único para contratar, promover ou demitir, nem usado sem o conhecimento e o consentimento da pessoa. É um instrumento novo e próprio, e ainda não há estudo de validade com critério externo, como desempenho.
Não existe resposta certa, e a escolha forçada torna mais difícil montar uma imagem ideal, porque as frases de cada bloco são igualmente desejáveis. Mesmo assim, qualquer questionário depende da sinceridade de quem responde. O questionário também tem pares espelhados para detectar respostas contraditórias. Responder pensando no que agrada só produz um laudo menos útil para você.